terça-feira, 16 de julho de 2013
terça-feira, 2 de julho de 2013
quarta-feira, 5 de junho de 2013
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Projeto? O que é? Como se faz?
O que é aprendizagem?
De acordo com a nova ênfase educacional, centrada na aprendizagem, o professor é co-autor do processo de aprendizagem dos alunos. Nesse enfoque centrado na aprendizagem, o conhecimento é construído e reconstruído continuamente.
Aprendizagem por projeto é o mesmo que ensino por projeto?
Não, pode-se estar falando do plano da escola, do projeto da escola, de projetos dos professores. Nesse tipo de ensino, quais são os critérios que os professores seguem para escolher os temas, as questões que vão gerar projetos?
Que vantagens apresenta a escolha dessas questões? Por que elas são necessárias? Em que contextos? Que indicadores temos para medir seus níveis de necessidade? A quem elas satisfazem? Ao currículo? Aos objetivos do planejamento escolar? A uma tradição de ensino?
Na verdade, no ensino, tudo parte das decisões do professor, e a ele, ao seu controle, deverá retornar. Como se o professor pudesse dispor de um conhecimento único e verdadeiro para ser transmitido ao estudante e só a ele coubesse decidir o que, como, e com que qualidade deverá ser aprendido.
Não se dá oportunidade ao aluno para qualquer escolha Não lhe cabe tomar decisões. Espera-se sua total submissão a regras impostas pelo sistema.
Porém, começamos a tomar consciência de nossos equívocos. Pesquisas, em psicologia genética, sobre o desenvolvimento da inteligência e sobre o processo de aprendizagem, evidenciam que pode haver ensino sem haver aprendizagem; que aprendizagem latu sensu se confunde com desenvolvimento; e desenvolvimento resulta em atividade operatória do sujeito, que constrói conhecimento quando está em interação com o meio,
com os outros sujeitos e com os objetos de conhecimento de que ele deseje apropriar-se.
Quando falamos em “aprendizagem por projetos” estamos necessariamente nos referindo à formulação de questões pelo autor do projeto, pelo sujeito que vai construir conhecimento. Partimos do princípio de que o aluno nunca é uma tábula rasa, isto é, partimos do princípio de que ele já pensava antes.
E é a partir de seu conhecimento prévio, que o aprendiz vai se movimentar, interagir com o desconhecido, ou com novas situações, para se apropriar do conhecimento específico – seja nas ciências, nas artes, na cultura tradicional ou na cultura em transformação.
Um projeto para aprender vai ser gerado pelos conflitos, pelas perturbações nesse sistema de significações, que constituem o conhecimento particular do aprendiz. Como poderemos ter acesso a esses sistemas? O próprio aluno não tem consciência dele! Por isso, a escolha das variáveis que vão ser testadas na busca de solução de qualquer problema, precisa ser sustentada por um levantamento de questões feitas pelo próprio estudante.
Num projeto de aprendizagem, de quem são as dúvidas que vão gerar o projeto? Quem está interessado em buscar respostas?
Deve ser o próprio estudante, enquanto está em atividade num determinado contexto, em seu ambiente de vida, ou numa situação enriquecida por desafios.
Mas a escola, ou o curso, pode permitir ao aluno escolher o tema, a questão que vai gerar o desenvolvimento de um projeto?
É fundamental que a questão a ser pesquisada parta da curiosidade, das dúvidas, das indagações do aluno, ou dos alunos, e não imposta pelo professor. Isto porque a motivação é intrínseca, é própria do indivíduo.
Temos encontrado que esta inversão de papéis pode ser muito significativa. Quando o aprendiz é desafiado a questionar, quando ele se perturba e necessita pensar para expressar suas dúvidas, quando lhe é permitido formular questões que tenham significação para ele, emergindo de sua história de vida, de seus interesses, seus valores e condições pessoais, passa a desenvolver a competência para formular e equacionar problemas. Quem consegue formular com clareza um problema, a ser resolvido, começa a aprender a definir as direções de sua atividade.
Como se inicia um projeto para aprender?
Pesquisando, indagando, investigando, muitas dúvidas tornam-se certezas e certezas transformam-se em dúvidas; ou, ainda, geram outras dúvidas e certezas que, por sua vez, também são temporárias, provisórias. Iniciam-se então as negociações, as trocas que neste processo são constantes, pois a cada ideia, a cada descoberta os caminhos de busca e as ações são reorganizadas, replanejadas.
Há diferentes caminhos que podem levar à construção do projeto, a partir das necessidades do aluno. Inventando e decidindo é que os estudantes/autores vão ativar e sustentar sua motivação. Para tanto, precisamos respeitar e orientar a sua autonomia para:
- Decidir critérios de julgamento sobre relevância em relação a determinado contexto.
- Buscar/localizar/selecionar/recolher informações.
- Definir/escolher/inventar procedimentos para testar a relevância das informações escolhidas em relação aos problemas e às questões formuladas.
- Organizar e comunicar o conhecimento construído.
Ocorre quando se oferecem diferentes situações para os alunos escolherem os materiais e as atividades que mais lhes interessem. E, quando estão interessados, eles aprendem a se organizar e a produzir? É possível
afirmar que eles desenvolvem seus projetos quando fazem seus desenhos?
Armam suas brincadeiras? Praticam seus jogos? Inventam suas histórias?
É procedente a dúvida “em que momento as crianças têm condições de formular questões?”
Quem nunca observou a característica de perguntadora de qualquer criança, logo que aprende a falar? Elas chegam a perturbar os adultos: “O que é isto? Como funciona?” (estão sempre tentando experimentar, mesmo que corram riscos), “Por quê?” O senso comum refere-se à fase dos “por quês?” das crianças, como tão divertida para os adultos quanto embaraçosa!
Quando iremos nos dar conta de que o processo natural de desenvolvimento do ser humano é “atropelado” pela escola e pelas equivocadas práticas de ensino?
E os currículos? Como ficam?
Se a escola oferecer trabalho em projetos de aprendizagem, qual será a diferença? Não será mais um ensino de massa. O projeto é do aluno, ou de um grupo de aprendizes. Se os projetos são dos alunos, então são projetos diversificados porque 40 alunos não pensam da mesma maneira, não têm os mesmos interesses, e não têm as mesmas condições, nem as mesmas necessidades. A grande diferença, na escola, é um currículo por projetos dos alunos!
Como fica, então, o papel do professor?
A experiência mostra que os professores têm se surpreendido muito com a quantidade de informações que os alunos trazem, mesmo sobre conteúdos e tecnologias que não haviam sido tratados no currículo da escola. Um professor, tão aprendiz quanto seus alunos, não funciona apenas cognitivamente, por isso, em um ambiente de aprendizagem construtivista, é preciso ativar mais do que o intelecto. A abordagem construtivista, sob uma perspectiva genética, propõe aprender tanto sobre o universo físico, quanto sobre o universo social. Mas é fundamental ativar a mente e a consciência espiritual para aprender muito mais sobre seu mundo interior e subjetivo.!
E o aluno? Como aprende?
O importante é observar não o resultado, um desempenho isolado, mas como o aluno está pensando, que recursos já pode usar, que relações consegue estabelecer, que operações realiza ou inventa.
O uso da Informática na avaliação do indivíduo ou do grupo por meio de projetos partilhados permite a visualização e a análise do processo e não só do resultado, ou seja, durante o desenvolvimento dos projetos, trocas ficam registradas por meio de mensagens, de imagens, de textos. É possível, tanto para o professor como para o próprio aluno, ver cada etapa da produção, passo a passo, registrando assim o processo de construção.
Como administrar a mudança na escola?
A mudança é irreversível e implica assumir responsabilidades. Para isso, é fundamental que a equipe gestora da instituição seja parceira, se proponha a acompanhar o processo e avaliar os resultados. A realização de ações conjuntas e coordenadas entre direção, orientação, supervisão e docentes fortalece e enriquece a mudança, auxilia na sensibilização da comunidade e da família.
PORTFÓLIO
Uma forma de organizar o material
para ser avaliado é valer-se de
portfólios. No portfólio, podem ficar
registrados todos os trabalhos, contribuições, descobertas,
reflexões realizadas pelo aluno e pelo grupo. O registro
em portfólio auxilia na própria autoavaliação, com a vantagem
de ajudar o aluno a desenvolver sua autocrítica, a
ampliação da consciência do seu
trabalho, de suas dificuldades e das
possibilidades de seu desenvolvimento.
segunda-feira, 20 de maio de 2013
quinta-feira, 9 de maio de 2013
Deus o levantou como uma voz profética para a restauração de vidas, à partir de uma revelação surpreendente de textos bíblicos, com muito humor e alegria como grande diferencial dDeus o levantou como uma voz profética para a restauração de vidas, à partir de uma revelação surpreendente de textos bíblicos, com muito humor e alegria como grande diferencial do seu Ministério.o seu Ministério.
PR. CLAUDIO DUARTE - SEXO - SEXUALIDADE CRISTÃ
sexta-feira, 19 de abril de 2013
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Porque ser obediente?
![]() |
Na sua sabedoria, o Senhor colocou pessoas em posições de autoridade sobre você. Quando você é um estudante, o Senhor diz que você deve obedecer aos seus pais, aos seus professores, aos seus treinadores e aos seus líderes na sua igreja. E, mesmo quando for adulto, você ainda estará debaixo da autoridade do governo e será chamado a submeter-se à liderança dos anciãos da igreja. Deus faz a vontade dele ser realizada na sua vida através da autoridade que ele instituiu. Ao obedecer aos seus pais ou a outros líderes, você está obedecendo a Deus. Deus diz que Ele se agrada quando você obedece aos seus pais. Assim, mesmo quando você discordar deles, lembre-se que obediência a eles é um presente que você está dando para Deus.
|
terça-feira, 16 de abril de 2013
Tecnologias na Educação: estamos preparados?
Ainda não estamos preparados, mas estamos nos preparando para utilizarmos as tecnologias de informação e comunicação na educação. Pois é dever do professor inserir-se no universo do seu aluno e contribuir para a qualidade da educação e a inclusão social de crianças, jovens e adultos.
quarta-feira, 20 de março de 2013
- Qual destes três agentes (escola,professor,aluno) mais mudou em 30 anos?Qual menos mudou.Em que aspectos ocorreram mudanças.Porque não ocorreram mudanças? Que mudanças você sugere para a educação?
O que menos mudou foi o professor.
As mudanças ocorreram mais no sentido de pesquisas, com pouco avanço tecnológico.
Sugiro que os professores percam o "medo"das novas tecnologias e aceitem o novos paradigmas para acompanhar as mudanças que são muito rápidas em todas as áreas de comunicação e tecnologia.
Relacione e exemplifique,conforme sua prática (como professora ou estudante)os aspectos que facilitam ou dificultam a utilização dos computadores na sala de aula.
Acredito que o uso dos computadores na sala de aula, além de facilitar a aprendizagem, vai trazer de volta à escola alunos que são muito ativos e utilizam muito a mídia no seu cotidiano para que haja uma aprendizagem colaborativa.
quarta-feira, 13 de março de 2013
Assinar:
Comentários (Atom)

